Ao utilizar este site, você concorda com a Política de Privacidade e com os Termos de Uso.
Aceitar
Achou CréditoAchou CréditoAchou Crédito
  • Bancos Digitais
  • Benefícios
  • Cartões de Crédito
  • Educação Financeira
  • Empréstimos
  • Financiamentos
  • Ferramentas Grátis
    • Planilhas Financeiras Grátis
    • Gerador de Sinais
    • Verificador de Listas de Sinais Grátis
    • Filtro TTZ & Notícias
    • Calculadora de IR
Leitura: Por Que o Bitcoin (BTC) Pode Estar na Melhor Janela de Compra da História, Segundo o BTG Pactual
Compartilhar
Redimensionador de fonteAa
Achou CréditoAchou Crédito
Redimensionador de fonteAa
  • Bancos Digitais
  • Benefícios
  • Cartões de Crédito
  • Educação Financeira
  • Empréstimos
  • Financiamentos
  • Ferramentas Grátis
Pesquisar
  • Bancos Digitais
  • Benefícios
  • Cartões de Crédito
  • Educação Financeira
  • Empréstimos
  • Financiamentos
  • Ferramentas Grátis
    • Planilhas Financeiras Grátis
    • Gerador de Sinais
    • Verificador de Listas de Sinais Grátis
    • Filtro TTZ & Notícias
    • Calculadora de IR
Siga-nos
  • Contato
  • Sobre Nós
  • Política de privacidade
  • Termos e condições
© 2026 Achou Crédito. Morelli Content Hub. Todos os direitos reservados.
Achou Crédito > Bancos Digitais > Por Que o Bitcoin (BTC) Pode Estar na Melhor Janela de Compra da História, Segundo o BTG Pactual
Bancos Digitais

Por Que o Bitcoin (BTC) Pode Estar na Melhor Janela de Compra da História, Segundo o BTG Pactual

Redação
Última atualização: 23 de julho de 2026 19:14
Redação
Compartilhar
Por Que o Bitcoin (BTC) Pode Estar na Melhor Janela de Compra da História, Segundo o BTG Pactual
Compartilhar

A grande queda do bitcoin (BTC) ao longo de 2026, de mais de 25%, pode significar uma chance para investidores de longa duração, conforme relatório divulgado pelo BTG Pactual.

Conforme o banco, a desvalorização superior a 50% em relação ao pico histórico de US$ 126 mil, alcançado em outubro de 2025, não sinaliza uma deterioração da tese de investimento na criptomoeda.

Pelo contrário, os analistas Vinicius Bitelo e Matheus Parizotto, responsáveis pelo documento, defendem que o mercado experimenta uma rara discrepância entre preço e fundamentos, que, historicamente, resultou em retornos mais atrativos.

“A interpretação é que o momento favorece uma aquisição gradual do ativo, não uma busca pelo ponto exato de virada”, escreveram os dois.

Conforme a dupla, o bitcoin está atualmente em meio aos 10% dos momentos mais desvalorizados de sua série histórica, considerando um conjunto de indicadores on-chain e técnicos (entenda abaixo).

Por que o bitcoin declinou?

Segundo Bitelo e Parizotto, a intensa correção do BTC foi originada principalmente por três elementos que minaram a procura pela criptomoeda nos meses recentes.

O primeiro deles foi a transferência de capital para firmas ligadas à inteligência artificial (IA). Isso se deu porque, sob a ótica da dupla, os avanços nesse campo fizeram investidores direcionarem recursos às ações do ramo de tecnologia, reduzindo a alocação em ativos alternativos, como criptomoedas, ouro e prata.

“O impacto foi além das criptomoedas. O IGV, principal ETF de software do setor, também enfrentou uma correção de cerca de 37% das máximas nos últimos meses”, afirmam.

“Em paralelo, ETFs de ouro e prata, que atraíram volumes relevantes nos trimestres anteriores, observaram retiradas importantes e regressões de aproximadamente 30% e 50%, respectivamente. Bitcoin e criptomoedas, desse modo, não sofreram isoladamente.”

Compradores habituais perderam vapor

Segundo a dupla, o segundo fator que contribuiu para pressionar os valores foi a perda de força dos compradores assíduos de bitcoin, em especial os ETFs norte-americanos e as corporações que mantêm a criptomoeda em seus balanços.

Vistos como uma das principais fontes de demanda pela criptomoeda desde o início, os ETFs de bitcoin nos EUA chegaram a acumular US$ 35,2 bilhões em novas entradas em 2024 e mais US$ 21,4 bilhões em 2025.

Nos meses recentes, contudo, houve uma inversão no fluxo: somente em junho, registraram US$ 4,51 bilhões em saídas líquidas, o recorde mensal mais alto da história.

No acumulado do primeiro semestre de 2026, as retiradas totalizaram US$ 5,46 bilhões.

Além disso, conforme o BTG, companhias que vinham adquirindo bitcoin para suas reservas diminuíram o ritmo de compras, visto que a queda das ações dessas empresas complicou novas captações de recursos.

“Veículos preferenciais usados por parte dessas empresas para captação também passaram a ser negociados abaixo do valor de referência, restringindo ainda mais a obtenção de novas aquisições. Assim, ao mesmo tempo em que os ETFs registravam resgates recordes, o comprador que tradicionalmente absorvia parte desse suprimento parou de atuar com a mesma força.”

Reprecificação de juros intensificou a pressão

O terceiro fator mencionado no relatório é o panorama macroeconômico.

Conforme os analistas, com a perspectiva de taxas de juros mais altas nos Estados Unidos, aumentou-se o custo de oportunidade de investir em ativos que não geram fluxo de caixa, como bitcoin, ouro e prata, o que agravou ainda mais as cotações.

“Taxas de juros mais altas aumentam o custo de oportunidade. A mesma lógica também pressionou setores de tecnologia mais sensíveis ao crescimento.”

Fundamentos continuam preservados

O BTG afirma, no entanto, que os três vetores que contribuem para a explicação da queda não impactam a estrutura do bitcoin ou do mercado de ativos digitais.

Na realidade, segundo o banco, os alicerces que sustentam a tese de investimento permanecem sólidos. Entre eles, os analistas mencionam:

“O argumento primordial para o bitcoin segue sendo o risco de depreciação gradual e constante do poder de compra das moedas fiduciárias ao longo do tempo. Desde 2008, e novamente após 2020, ficou evidente que a reação padrão a abalos econômicos tende a envolver redução artificial de juros, ampliação da base monetária e crescimento dos balanços dos bancos centrais”, diz o relatório.

“Essas medidas podem ser requeridas para estabilizar a economia no curto prazo, mas reforçam a preocupação com a preservação do poder de compra das moedas no longo prazo”, prossegue.

Reserva de valor e geopolítica

O BTG também ressalta que a tese está atrelada ao contexto geopolítico recente, marcado, conforme o banco, “pelo aumento de conflitos armados, protecionismo econômico, sanções e fragmentação de blocos”.

“O congelamento de cerca de US$ 300 bilhões em reservas russas e as restrições ao Irã evidenciaram que ativos podem ser bloqueados de acordo com a jurisdição de custódia. Para o bitcoin, essa discussão adiciona uma camada geopolítica à tese monetária. O ativo ainda é jovem e volátil, porém começou a ser visto como uma alternativa em discussões sobre reservas alternativas”, afirma o relatório.

“Os EUA oficializaram a criação de uma reserva estratégica com status de ativo de segurança nacional, enquanto El Salvador mantém uma política deliberada de acumulação desde 2021. Outros países, como Paquistão, Butão e República Tcheca, já anunciaram ou debatem iniciativas parecidas, mesmo que em estágios diferentes de evolução”, acrescenta.

“Nesse sentido, os fatores que incentivam a busca por ativos escassos, globais e sem risco de contraparte continuam se fortalecendo.”

Blockchain segue progredindo

Outra observação feita pelo banco é que a estrutura do mercado de ativos digitais continuou se desenvolvendo mesmo durante a drástica queda dos preços.

Conforme o relatório, as stablecoins atingiram cerca de US$ 311,5 bilhões em capitalização de mercado, crescimento de cerca de 23% em 12 meses.

Já a tokenização de ativos atingiu aproximadamente US$ 31,8 bilhões, expansão de cerca de 160% no mesmo período.

“Ambos [stablecoins e tokenização] consolidam a blockchain como uma estrutura financeira, ao permitirem liquidação instantânea, digitalização de ativos, operação global e disponibilidade 24/7. A adoção da tecnologia seguiu avançando em meio a uma forte correção de preços”, diz o BTG.

Bitcoin (BTC) está acessível?

Para avaliar se o momento atual, de fato, proporciona uma boa relação entre risco e retorno, o banco examinou indicadores como:

O agrupamento dessas métricas, segundo os analistas, indica se o preço presente está desvalorizado em relação ao comportamento histórico da criptomoeda.

E, de acordo com o relatório, o conjunto de sinais posiciona o BTC entre os 10% dos dias mais econômicos de toda a série histórica, um patamar que, em ciclos antecedentes, foi seguido por retornos mais favoráveis para investidores com perspectivas de médio e longo prazo.

O BTG enfatiza, contudo, que isso não implica que o mercado atingiu necessariamente uma mínima.

“A demanda ainda está fragilizada. ETFs continuam sob pressão, tesourarias corporativas perderam parte da capacidade de absorção e a IA ainda monopoliza a atenção em setores de tecnologia.”

Frente a esse cenário, o banco aconselha que investidores evitem tentar prever o momento exato da queda dos preços.

A sugest

Fonte: Money Times

Melhores Bancos Digitais do Brasil: Comparação Completa para Você Escolher com Segurança
Como Resolver o Erro Invisível que Trava o Novo Auxílio-Doença e Liberar o Pagamento Rapidamente
EUA Transferem US$ 288 Milhões em Criptomoedas e Impactam Mercado Financeiro, Afirma CEO da Coinext
Bitcoin Atinge US$ 66 Mil Impulsionado por ETFs e Mercado Positivo: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas
Bitcoin Acompanha Aversão a Risco e Cai para US$ 64 Mil: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas
TAGS:Bitcoin (BTC)BlockchainBTG análisesBTG PactualCanal WhatsApp

Inscreva-se para receber a newsletter diária

Fique por dentro! Receba as últimas notícias de última hora diretamente na sua caixa de entrada.
[mc4wp_form]
Ao se cadastrar, você concorda com nossos Termos de Uso e reconhece as práticas de dados descritas em nossa Política de Privacidade. Você pode cancelar sua inscrição a qualquer momento.
Compartilhar este artigo
Facebook Copiar link Imprimir
Compartilhar
Artigo anterior Bitcoin se aproxima de US$ 64 mil em recuperação pós-temores com IA: Preços das Criptomoedas Atualizados Bitcoin se aproxima de US$ 64 mil em recuperação pós-temores com IA: Preços das Criptomoedas Atualizados
Próximo artigo Bitcoin Acompanha Aversão ao Risco e Cai para US$ 63 Mil: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas Bitcoin Acompanha Aversão ao Risco e Cai para US$ 63 Mil: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas
Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Stay Connected

248.1KCurtir
69.1KSeguir
134KFixar
54.3KSeguir

							banner							
							banner
Create an Amazing Newspaper
Discover thousands of options, easy to customize layouts, one-click to import demo and much more.
Learn More

Latest News

BCE Escolhe 36 Instituições para Testar Projeto-Piloto do Euro Digital
BCE Escolhe 36 Instituições para Testar Projeto-Piloto do Euro Digital
Bancos Digitais
Bitcoin Ganha Força com Surpresa na Inflação dos EUA: Desempenho Atual das Criptomoedas
Bitcoin Ganha Força com Surpresa na Inflação dos EUA: Desempenho Atual das Criptomoedas
Bancos Digitais
O Que Fazer Quando o Pedido Fica no INSS em Análise por Muito Tempo
O Que Fazer Quando o Pedido Fica no INSS em Análise por Muito Tempo?
Benefícios
Bitcoin Sustenta US$ 64 Mil Após Atingir Máxima Mensal: Confira o Desempenho das Criptomoedas Hoje
Bitcoin Sustenta US$ 64 Mil Após Atingir Máxima Mensal: Confira o Desempenho das Criptomoedas Hoje
Bancos Digitais

You Might also Like

Bitcoin Acompanha Aversão ao Risco e Cai para US$ 63 Mil: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas
Bancos Digitais

Bitcoin Acompanha Aversão ao Risco e Cai para US$ 63 Mil: Confira as Cotações Atuais das Criptomoedas

Redação
Redação
3 min de leitura
Como a Contribuição Mensal do MEI Influencia a Aposentadoria e o Cálculo de Benefícios no INSS: Guia de Planejamento Previdenciário
Educação Financeira

Como a Contribuição Mensal do MEI Influencia a Aposentadoria e o Cálculo de Benefícios no INSS: Guia de Planejamento Previdenciário

Redação
Redação
4 min de leitura
Governo Propõe Distribuição de Lucros Bilionários do FGTS para Trabalhadores com Carteira Assinada
Benefícios

Governo Propõe Distribuição de Lucros Bilionários do FGTS para Trabalhadores com Carteira Assinada

Redação
Redação
3 min de leitura
//

O Achou Crédito nasceu com o propósito de facilitar o acesso à informação financeira de forma clara, transparente e acessível.

Links úteis

  • Contato
  • Sobre Nós
  • Política de privacidade
  • Termos e condições

Assine nossa newsletter

Subscribe to our newsletter to get our newest articles instantly!

[mc4wp_form id=”1616″]

Achou CréditoAchou Crédito
Siga-nos
© 2026 Achou Crédito. Morelli Content Hub. Todos os direitos reservados.
Logo do site Achou Crédito
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta.

Nome de usuário ou endereço de e-mail
Senha

Perdeu sua senha?